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F11
Quero-te
liberta,
alma
de
poeta! Teus
doces
versos
a
dançar
na
pauta. Tua
inspiração
no
peito
reprimida permanece
muda
abraçando
o
nada.
Alma minha que já foste livre. Voavas
solta
aspergindo
rimas, inventando
beijos,
decantando
afetos. Em
puro
lirismo
tudo
convertias.
Ó
quietude
morna
que
enlouquece! Devolve-me
os
poemas
que
roubaste. Rebela-te,
arrebenta
teus
grilhões. Desperta
a
turbulência
que
em
ti
habita.
Na
tua
liberdade
vou
cantar
estrofes. Dos
sonetos
–
feliz
–
enamorar-me. Embriagar-me,
louca,
no
teu
mar
de
letras. Edificar-te
em
versos,
alma
de
poeta!
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Amor &
Sonhos
03/03/2004


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