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F11
Ah
quanta
melancolia!
Quanta,
quanta
solidão!
Aquela
alma,
que
vazia,
Que
sinto
inútil
e
fria
Dentro
do
meu
coração!
Que
angústia
desesperada!
Que
mágoa
que
sabe
a
fim!
Se
a
nau
foi
abandonada,
E
o
cego
caiu
na
estrada
-
Deixai-os,
que
é
tudo
assim.
Sem
sossego,
sem
sossego,
Nenhum
momento
de
meu
Onde
for
que
a
alma
emprego
-
Na
estrada
morreu
o
cego
A
nau
desapareceu.
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03/09/1924
09/10/2004
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